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Para que serve cada ultrassom feito durante o pré-natal.

31 de outubro de 2013

A gravidez é um momento único na vida de uma mulher. Ter um ser crescendo dentro dela é uma experiência maravilhosa, que somente que passou por isso é capaz de descrever todos os sentimentos e transformações. São os nove meses mais longos na vida da futura mamãe, que conta nos dedos o momento de ter seu bebê nos braços e poder finalmente conhecê-lo. E para que tudo transcorra com segurança é importantíssimo que a mulher faça o acompanhamento pré-natal com o obstetra.

De acordo com dados do IBGE quatro em cada dez crianças nascem sem que a gestante tenha passado por todas as consultas e exames do pré-natal, o que pode representar um enorme perigo tanto para a mãe quanto para o bebê. 

O doutor Victor Bunduki, especialista em medicina fetal e ultrassonografia do CDB Premium, em São Paulo, lembra que o ultrassom é o exame padrão durante toda a gravidez, sendo que devem ser realizados no mínimo quatro exames durante uma gestação normal. Achou muito? Pois não são. A cada faseda gravidez o ultrassom tem uma função diferente.

“O primeiro exame é muito útil para confirmar a gestação, identificar o local da implantação e determinar a idade gestacional. O segundo, também chamado de morfologia do primeiro trimestre, mede a ‘translucência nucal’. O terceiro exame morfológico confirma a idade gestacional, avalia o crescimento e, principalmente, a morfologia fetal. Já o quarto tem o objetivo de avaliar o crescimento, a quantidade de líquido e a placenta – além de revisar a morfologia”.

 

Detecção de doenças

 O especialista afirma que, ainda no primeiro trimestre, através do exame que mede a translucência nucal, é possível rastrear alterações genéticas importantes, como a Síndrome de Down. Bebês que têm alterações cromossômicas podem apresentar essa medida aumentada.

“O exame não tem finalidade diagnóstica, mas seleciona as pacientes que teriam indicação de estudo do cariótipo, colhido por punção do líquido amniótico, ou ainda a pesquisa de DNA fetal no sangue materno – exame que vem ganhando importância por não ser invasivo para o feto”, explica o médico.

Outras malformações estruturais podem ser detectadas pelo ultrassom. A hidrocefalia, que é o acúmulo de fluido cérebro-espinhal nas cavidades ventriculares do cérebro, é uma das mais recorrentes, bem como distúrbios do sistema nervoso central e alguns tipos de malformações cardíacas.

 

Mais que o rostinho do bebê

Um exame que costuma fazer o maior sucesso é o ultrassom 4D, que permite ver com muita nitidez o rostinho do bebê ainda na barriga da mamãe. Mais do que para fins de curisidade, os exames mais sofisticados, como o ultrassom 3D, 4D e Doppler, são indicados para checar eventuais problemas – alguns deles, inclusive, podendo ser corrigidos antes do parto.

“O ultrassom com Doppler é indicado para avaliar a circulação da mãe para o bebê e para checar o fluxo nos vasos internos do bebê. É importante nos casos de diabetes, hipertensão e retardo de crescimento fetal, por exemplo. Já o ultrassom 3D nos permite enxergar as estruturas fetais em três dimensões, melhorando muito a visão da anatomia de superfície, principalmente do rostinho do bebê. Também é muito útil como complemento do ultrassom convencional em caso de diagnóstico de malformações. No 4D, além das imagens bastante reais, também é possível acompanhar os movimentos do bebê”, afirma Bunduki.

Vale ressaltar que, mesmo que todos os exames ultrassom do pré-natal sejam devidamente realizados e se apresentem normais, ainda existe alguma chance de a criança apresentar malformação ao nascer.

“A taxa de detecção do ultrassom gira em torno de 90% na identificação de malformações estruturais. Além disso, há malformações muito discretas, de difícil identificação. Por isso, há casos em que há indicação de um acompanhamento rigoroso, com a realização de exames complementares”, finaliza o doutor Victor Binduki.

Fonte: Portal Chris Flores.