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Ortopedia: reabilitação deve contar com ultrasson musculoesquelético.

12 de setembro de 2013

Publicado recentemente no American Journal of Physical Medicine & Rehabilitation, artigo revela que, além do uso do ultrassom musculoesquelético nas ocorrências ortopédicas mais frequentes, esse tipo de exame também deveria estar presente durante vários processos de reabilitação, não apenas no momento do diagnóstico, mas inclusive no acompanhamento do tratamento – principalmente em problemas relacionados aos ombros, como os danos decorrentes do uso excessivo de cadeiras de rodas, além dos pacientes que passaram por amputações, por exemplo.

De acordo com o doutor Edson Sato, especialista em radiologia ortopédica do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo, os avanços da imagem musculoesquelética oferecem uma abordagem muito interessante para cuidar dos pacientes que sentem dor crônica em seu dia a dia e se encontram inseguros com relação às opções de tratamento. “Trata-se de um recurso fundamental, também, para aqueles pacientes submetidos a tratamentos prolongados, que necessitam de um acompanhamento evolutivo, sobretudo em casos que inspirem maiores cuidados”.

O médico afirma que o exame de ultrassom utiliza ondas sonoras inaudíveis para criar imagens das áreas anatômicas de interesse e não usa radiação nem causa desconforto. “Além de ser um exame diagnóstico não-invasivo, o paciente pode ser submetido a esse exame quantas vezes forem necessárias para que o médico possa avaliar músculos, tendões, ligamentos, juntas e nervos. Outra vantagem do ultrassom musculoesquelético é permitir uma visualização detalhada da área do corpo que sente dor, orientando novos passos da reabilitação”.

Sato diz que, ao contrário da ressonância magnética, em determinados casos o exame de ultrassom ortopédico possibilita uma análise dinâmica do sistema musculoesquelético, detalhando também os ‘movimentos da dor’ a partir da interação entre o radiologista e o paciente. “Esse é um exame muito importante no tratamento de lesões musculares, tendíneas e articulares, como, por exemplo, no comprometimento do tendão de Aquiles e outras tendinopatias. Essa avaliação certamente melhora a precisão e a velocidade do tratamento para os pacientes”.

Fonte: Jornal Empresas & Negócios, Portal Fator Brasil.