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Gravidez: exame centenário pode revelar por que o bebê está demorando a chegar.

15 de agosto de 2013

Especialista diz que a histerossalpingografia está mais rápida e menos incômoda

A histerossalpingografia identifica com precisão possíveis obstruções e alterações das tubas, além de doenças do útero. Esse exame continua sendo indicado frequentemente nos casos em que o casal não consegue engravidar naturalmente – depois de ter tentado durante um ano sem sucesso. Vale dizer que, todo mês, mulheres jovens e saudáveis têm 20% de chances de engravidar. Depois dos 35 anos, essa taxa cai para 5%. Como a decisão de se casar e constituir família vêm sendo adiada para depois dos 30 anos, é cada vez mais comum se deparar com a necessidade de buscar ajuda especializada para ter um bebê.

De acordo com a médica radiologista Vivian Schivartche, do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo, o exame consiste na introdução de uma sonda no colo do útero da paciente. Com auxílio do contraste, são obtidas imagens da cavidade uterina e das tubas, detectando possíveis anormalidades. “Um dos principais avanços desse exame, que é realizado há mais de cem anos com sucesso, está relacionado à sonda empregada. Até pouco tempo atrás era necessário pinçar o colo uterino, provocando cólica e desconforto nas pacientes. Mais recentemente, passamos a utilizar sondas flexíveis e ultrafinas, que dispensam o pinçamento do colo do útero. Com auxílio da radiologia digital, o tempo de realização do exame também ficou bem mais rápido”, diz a médica.

Na opinião da especialista, quando os exames que avaliam a fertilidade masculina não acusam problemas e a ovulação e as taxas hormonais da mulher estão normais, é preciso investigar outras causas de infertilidade, que podem ser malformações, miomas, pólipos e alterações tubárias. “Esses problemas são diagnosticados unicamente através de exames de imagem. Embora os avanços tecnológicos permitam imagens de ultrassom e ressonância com muita clareza, o exame mais importante na avaliação das trompas (tubas uterinas) ainda é a histerossalpingografia. Por isso, temos nos empenhado cada vez mais em proporcionar o máximo de conforto possível para as pacientes”.

Fontes: Gestantes e Bebê, Jornal Folha do Interior, Consumidor moderno Consciente.